Registro de Patente Internacional

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Muitos inventores acreditam que o pedido de patente realizado aqui no país garante os direitos sobre a invenção no mundo todo. No entanto, é importante ter em mente que não basta só requerer o depósito da patente junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) para ter o monopólio válido em qualquer país. Mas então o que fazer para registrar a patente no exterior?

Existem prazos e regras específicas, além de diferentes processos para garantir a proteção do invento em outros lugares do globo, e é sobre eles que vamos falar agora. Bom, como todos sabem, raramente uma ideia incrível fica restrita por fronteiras geográficas. Sendo assim, mais cedo ou mais tarde, vai ser necessário expandi-la para outros países. Portanto, limitar o direito de patente da invenção ao país de origem pode permitir que outras empresas lucrem com a ideia.

Então, é fundamental que o direito de uma propriedade industrial seja protegido em todo o planeta. É por isso que elaboramos este texto, pois nosso objetivo é orientar sobre como você pode proteger sua patente internacionalmente. Continue acompanhando e aproveite a leitura!

O que é patente?

A patente de uma invenção é um título temporário concedido pelo Estado que assegura ao titular o direito exclusivo de exploração de uma criação. No Brasil, esse direito pode ser concedido como Patente de Invenção (PI) ou Modelo de Utilidade (MU), desde que a criação atenda a três requisitos fundamentais:
  • Novidade: o invento não pode ter sido divulgado em nenhum lugar do mundo.
  • Atividade inventiva: a solução não pode ser óbvia para um técnico no assunto.
  • Aplicação industrial: o invento precisa ser passível de produção ou uso industrial.
A patente transforma inovação em ativo estratégico, protegendo tecnologia, fortalecendo a posição de mercado e evitando exploração indevida por terceiros.

Como funciona um registro de patente internacional?

O registro de patente internacional não ocorre de forma automática. A proteção patentária é territorial: um pedido depositado no INPI garante direitos apenas no Brasil. Para obter patente internacional, é necessário seguir procedimentos específicos em cada país ou utilizar tratados internacionais.

Um ponto essencial: mesmo que a patente seja concedida apenas em um país, a análise de novidade considera divulgações feitas em qualquer lugar do mundo. Ou seja, se a invenção já foi tornada pública em outro território, o pedido pode ser indeferido.

Por isso, entender como fazer registro de patente internacional envolve planejamento estratégico, escolha correta do procedimento e atenção rigorosa aos prazos.

Quais são as alternativas para a concessão?

Existem dois caminhos principais para obter o registro de patente no exterior. A escolha depende do número de países, do orçamento, da estratégia de mercado e do tempo disponível.

Convenção de Paris (CUP)

Nesse modelo, o pedido de patente é feito diretamente em cada país de interesse, respeitando o direito de prioridade do depósito original. O prazo para reivindicar essa prioridade é de 12 meses a partir do primeiro pedido. Esse caminho exige decisões rápidas, adaptação às legislações locais e maior controle operacional, já que cada país analisa o pedido de forma independente.

Convenção de Paris (CUP)

O PCT – Tratado de Cooperação de Patentes permite o depósito de um único pedido internacional, administrado pela OMPI. Esse pedido não concede a patente automaticamente, mas preserva o direito de proteção em mais de 140 países.

O grande diferencial está no prazo: o titular tem até 30 meses para decidir em quais países deseja entrar na fase nacional. Isso oferece tempo para avaliar mercados, parceiros e viabilidade econômica antes de investir em múltiplos depósitos.

Quais são os prazos para conseguir o registro?

O prazo para registro de patente internacional varia conforme o procedimento escolhido:
  • Convenção de Paris: até 12 meses após o primeiro depósito.
  • PCT: até 30 meses contados do depósito internacional.
Esses prazos são fatais. A perda de um deles pode significar a perda definitiva do direito de proteção em outros países.

Consultoria personalizada para fazer o pedido internacional de patente

O processo de patente internacional envolve documentação técnica, traduções especializadas, taxas internacionais e exigências legais distintas. Sem acompanhamento adequado, o risco de erros formais ou perda de prazos é alto.

A VILAGE oferece consultoria completa em registro de patentes internacional, com análise estratégica, condução técnica do processo e acompanhamento contínuo até a decisão final nos países escolhidos.

Essa atuação reduz riscos, otimiza custos e garante maior previsibilidade ao processo.

Perguntas frequentes

Antes de iniciar o registro de patentes internacional, é essencial entender que a proteção é territorial, que os prazos são rígidos e que a escolha entre CUP e PCT impacta custos, estratégia de mercado e alcance da patente. Também é necessário considerar exigências documentais, traduções técnicas e a análise prévia de novidade em escala global.

Sim. Nesse caso, a exclusividade será válida apenas naquele território, limitando exploração, licenciamento e venda da tecnologia.
Os valores variam conforme países escolhidos, taxas oficiais, traduções e serviços técnicos. O investimento deve ser analisado como proteção patrimonial e estratégica da inovação.
A CUP é indicada quando há foco em poucos países e decisão imediata. O PCT é mais adequado quando se busca flexibilidade, tempo de análise e cobertura mais ampla.
Não. A novidade é global. Se a invenção já foi divulgada ou patenteada fora do Brasil, o pedido tende a ser indeferido.
Pessoas físicas, jurídicas ou procuradores legalmente constituídos.

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