Informativo VILAGE
ANO 3 - Março / 2008
Alerta



Na última semana, a Vilage informou seus clientes mais uma vez sobre cobranças indevidas. Desta vez, o golpe é aplicado em nome do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A Vilage avisou a todos os seus clientes que nenhuma empresa pode cobrar em nome do Instituto e que não existe taxa anual para o registro da marca.
Há cerca de dois anos, 80% das empresas que aguardam pelo registro de marcas no INPI recebem boletos para o pagamento em nome do Instituto. Muitos empresários, desinformados, acabam efetuando o pagamento, sustentando o golpe. O INPI alerta que não existe cobrança para a agilização de pedidos.
As falsas empresas de cobranças também enviam uma ficha de compensação, no valor de R$ 420,00 que seria para fins de pagamento de um taxa de atualização de dados cadastrais da empresa e agilização de seu pedido de registro de marca. Segundo o INPI, não existe esta determinação legal.
Todos os valores relativos aos serviços prestados pelo instituto encontram-se disponíveis no site www.inpi.gov.br.


Vilage na mídia



A experiência e os serviços prestados pela Vilage foram destaques no Jornal de Louveira, na edição de 1 de março. Com o título “Vilage Marcas e Patentes: todos os direitos reservados para sua empresa”, a matéria explicou qual a importância do registro de marcas e patentes, quais os benefícios concedidos ao titular da marca e os diferencias da Vilage.
Quem forneceu as informações foi Marcelo Brandão, consultor da área de Propriedade Industrial e diretor da Vilage em Campinas.


Aurobindo é autorizada a atuar na Itália



A farmacêutica indiana Aurobindo Pharma anunciou que concluiu as negociações para atuar na Itália. A companhia adquiriu os direitos de propriedade intelectual e a autorização de mercantilização no país, onde o mercado e os procedimentos de regulamentação de medicamentos são considerados um dos mais difíceis da União Européia.
A Aurobindo Pharma não divulgou os detalhes financeiros da operação. Minutos atrás, as ações da farmacêutica indiana registravam alta de 3%, a 256 rúpias na Bolsa de Valores de Mumbai. (Redação - InvestNews)


Briga na justiça



A Gibson Guitar anunciou na sexta-feira ter aberto um processo por violação de patentes contra a divisão MTV, da Viacom, Harmonix e Electronic Arts. O processo tem relação com os populares videogames "Rock Band" e "Guitar Hero", desenvolvido anteriormente pela Harmonix.
O processo, aberto no tribunal distrital federal do Tennessee, relaciona-se à mesma patente sobre a qual a Gibson moveu ação anterior contra diversas empresas que comercializam o "Guitar Hero", produto concorrente do "Rock Band", anunciou em comunicado a fabricante de guitarras.
A série "Guitar Hero", publicada pela Activision, vendeu mais de 14 milhões de unidades na América do Norte e faturou mais de US$ 1 bilhão desde seu lançamento, enquanto "Rock Band" é um concorrente mais novo.
A Gibson alegou que os jogos, nos quais os usuários utilizam um controlador em forma de guitarra para acompanhar notas que surgem na tela da televisão, violam uma patente que a empresa obteve em 1999 sobre uma tecnologia de simulação de apresentação musical.
A Harmonix desenvolveu o primeiro "Guitar Hero", que foi posteriormente adquirida pela MTV. A Electronic Arts distribui o "Rock Band" e outra empresa, a Activision, bem como diversos grupos de varejo, desenvolvem, distribuem ou vendem diversos jogos na série "Guitar Hero".
"O processo não tem qualquer mérito e pretendemos nos defender vigorosamente contra ele", anunciou a Harmonix em comunicado. Não houve comentários de parte da Electronic Arts.
No começo do mês, a Activision havia aberto um processo preventivo junto à Justiça Federal dos EUA, na Califórnia, solicitando que a patente da Gibson seja invalidada e que a empresa seja proibida de solicitar indenizações.
A Gibson, cujas guitarras elétricas são usadas por artistas lendários do blues e do rock como B. B. King e Slash, é uma parceira de destaque nos jogos "Guitar Hero".
A Activision adquiriu licença para basear a aparência de seus controladores em guitarras Gibson e para utilizar no jogo as imagens destas.(Reuters)


J. K. Rowling processa editora por violação de propriedade intelectual



A escritora britânica J. K. Rowling, autora da série Harry Potter, deve testemunhar num julgamento em abril, em Nova York, num processo aberto contra uma editora americana.
Rowling e os estúdios da Warner Bros, que adaptaram os livros do aprendiz de bruxo para a tela grande, abriram um processo por violação de propriedade intelectual contra a editora RDR Books, que publicou uma enciclopédia sobre os personagens da série.
A autora e os estúdios acusam a editora de uma "malversação importante dos personagens e do universo ficcional de Rowling" e reclamam uma indenização por danos cujo montante não foi revelado. (AFP)