Informativo VILAGE
ANO 3 - Fevereiro 1 / 2008
Vilage divulga a importância do registro de marcas e patentes.



No próximo dia 13 de março, às 19h30, o diretor Edvandro Cavaletto, da Vilage Marcas e Patentes, realiza palestra no auditório do SIMESPI (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas, Fundições e Similares de Piracicaba e Região), com o tema “O que o empresário obrigatoriamente precisa saber sobre marcas e patentes”.
O objetivo é conscientizar os empresários da região sobre a importância do registro de marcas e patentes. De acordo com Edvandro Cavaletto, a falta de informação e esclarecimento tem levado empresários a investir em seus produtos, deixando de lado o registro, o que pode gerar surpresas desagradáveis.
Há onze anos, a Vilage realiza palestras gratuitas sobre a conscientização da importância do registro de marcas e patentes. Além disso, é filiada à International Trademark Association, entidade que congrega agentes da propriedade industrial do mundo todo. Isso faz com que os pedidos de registro de marcas e requerimentos de patentes de seus clientes possam ser expandidos para outros países, protocolados e registrados por meio da Vilage, sem burocracia e de forma rápida.
No site da Vilage (www.vilage.com.br), o empresário pode requerer pesquisa gratuita de marcas no Brasil, Estados Unidos, Comunidade Européia, Canadá, Argentina, Chile, Uruguai e outros países.


Parceira de peso.



A partir de agora, os associados da Associação Comercial de Pará de Minas podem contar com a parceria da Vilage Marcas e Patentes. A empresa coloca toda a sua estrutura à disposição dos membros da associação e ainda oferece pesquisa gratuita de marcas no Brasil e no exterior, acompanhamento gratuito de colidências de marcas já registradas, com autorização do titular, e palestras sobre o assunto da propriedade intelectual gratuita mediante agendamento.
Além disso, a Vilage também oferece desconto diferenciado em registros de Marcas e Patentes, Direitos Autorais, Domínios e Softwares, Registro de Produtos (ANVISA), Assessoria Jurídica e Departamento Internacional.
As principais vantagens garantidas ao titular da marca são: adquirir direito ao uso exclusivo da marca para identificar os produtos ou serviços decorrentes de sua atividade; combater a pirataria e obter reparação por eventuais prejuízos causados pelo uso desautorizado da marca registrada. O titular de uma marca tem a exclusividade do uso e pode tomar todas as medidas cabíveis à defesa de seus direitos e interesses. Tanto no Brasil, como em outros países, não só o titular da marca está apto a tomar medidas que visem à sua proteção, como também podem fazê-lo licenciados, empresas coligadas e franqueadas, desde que observadas as normas específicas de cada jurisdição.


Disputas por marcas no INPI entre empresas ainda demoram em chegar a uma decisão.



Especialistas afirmam que os pedidos de marca simples têm sido concedidos em até dois anos, pelo INPI. Mas quando há recurso, oposição, pedido de nulidade ou caducidade, continua a demora.
O INPI apresentou dados sobre marcas que mostram, por exemplo, que o número de processos em que o órgão é citado anualmente vem diminuindo. Em 2003, foram 243. Em 2007, até novembro, 193.
O advogado Attilio Gorini afirma que o INPI vem melhorando. "Mas ainda há um longo caminho a ser trilhado", diz. Gorini. Calcula-se que, no escritório, os processos que demoram vários anos para serem resolvidos no INPI são algumas dezenas. "Um número reduzido em comparação com um ano e meio atrás", completa. O advogado diz acreditar que os registros que sofrem recursos são os que demoram mais. "Se não há recurso, o prazo que antes era de seis anos hoje é de até dois anos", diz.
Para Gorini, falta um posicionamento preciso sobre a adoção da classificação internacional de marcas. Hoje, por exemplo, a empresa deposita o registro de uma marca na Europa, mas aqui a classe para a mesma marca é outra. “Isso levou o INPI a atrasos". O advogado diz também que o sistema on-line para depósito de marcas é uma faca de dois gumes. "É prático, mas ao aumentar o número de pedidos de registro, acabou aumentando o estoque de processos de oposição", diz.
Fonte: Gazeta Mercantil


Cópia legal.



A indústria fonográfica, no entanto, acha que a proposta do Ministério da Inovação, Universidades e Habilidades do país pode impulsionar a pirataria de música digital entre os consumidores, informou o Financial Times. Milhões de pessoas já copiam seus álbuns favoritos em seus aparelhos de computadores sem saber, necessariamente, que estão agindo de modo ilegal.
Fonte: Valor


Apreensão de piratas cresce 1.503%.



Marcado pelo fenômeno da venda ilegal do disco de "Tropa de elite", o ano de 2007 viu a apreensão de DVD’s piratas de filmes crescer incríveis 1.503% em relação ao ano anterior. O balanço final da Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM), divulgado na última sexta-feira, mostra que a quantidade de DVD’s de filmes recolhidos das ruas chegou ao número de 5.687.844 unidades, contra "apenas" 354.691 em 2006.
No total, 36 milhões de mídias - entre DVD’s, CD’s de música e CD’s de informática - foram retiradas de circulação em cerca de três mil operações de combate à pirataria no Brasil. Mesmo com o aumento do compartilhamento ilegal na internet - 55 mil links de músicas e filmes foram retirados do ar pelas autoridades brasileiras, a quantidade de apreensões de CDs de artistas e bandas nacionais e internacionais ainda foi altíssima: 6,2 milhões em 2007, número 2,32% maior do que no ano anterior.
A oferta de DVD’s piratas subiu e os preços caíram. A APCM tem duas explicações para o elevado aumento na apreensão de filmes piratas.
A primeira é a expansão das ações de combate à prática no Brasil: 21,24% mais operações foram realizadas em 2007 em comparação com 2006. Já o segundo, e mais preocupante, é mesmo o aumento da oferta de DVD’s piratas para a venda.
“Os preços baixaram. A população comprou mais aparelhos de DVD, o que aumentou a demanda por filmes. Assim, o mercado informal aumentou a oferta”, lamenta Tiago Aguiar, advogado da APCM. “Mas é preciso dizer que também houve aumento na fiscalização. O "Tropa de elite" contribuiu para chamar a atenção das autoridades para o problema e fez com que houvesse mais operações”.
Ainda para Aguiar, uma ação que incrementaria o combate à pirataria no Brasil seria uma atuação conjunta entre polícias e prefeituras no controle do comércio de rua.
Ele explica que, em muitas vias, os camelôs são registrados e trabalham sob fiscalização dos governos municipais, o que poderia facilitar o controle da venda ilegal.
É necessário fazer uma abordagem tanto criminal quanto administrativa. Os locais onde mais diminuíram a oferta de DVD’s piratas são aqueles em que as prefeituras atuaram em parceria com a polícia. “A prefeitura também pode tomar medidas para impedir que se venda discos piratas”, explica ele. “Falar em acabar com a pirataria é uma utopia. Mas é possível trabalhar para conter a venda ilegal”.
Segundo dados da APCM, o setor fonográfico tem 40% de seu mercado tomado pela pirataria.
A associação calcula que a ação ilegal provoque uma queda de mais de 50% de faturamento do setor, o que teria feito com que as gravadoras reduzissem pela metade o investimento em artistas e discos nacionais.
No caso do setor audiovisual, a APCM acredita que 59% dos DVD’s comercializados não são originais. As perdas mundiais com pirataria, para os estúdios de cinema, são de US$ 6,1 bilhões. Só na América Latina, o prejuízo chega a US$ 1 bilhão.
Fonte: O Globo