Informativo VILAGE
ANO 3 - Janeiro / 2008
Vilage Marcas e Patentes foi destaque no Programa Tribuna Independente



O diretor da Vilage Marcas e Patentes de Campinas, Marcelo Brandão, participou do programa Tribuna Independente, da Rede Vida, no último dia 11. Marcelo conversou com o apresentador Fabrini sobre a importância do registro de marcas e patentes. Além disso, também tirou todas as dúvidas dos telespectadores em relação ao tema abordado. Também participaram do programa Aderson Marcus Rozani, diretor da Agência Rozanitalic, e Luiz Ragonha, Gestor da Academia Empresarial da Associação Comercial e Industrial de Rio Preto. Ambos fizeram perguntas ao diretor sobre o assunto. A Tribuna Independente é um programa de televisão exibido em rede nacional, o qual permite a participação do público durante uma hora e trinta minutos, tempo em que fica no ar. Os telespectadores participaram ativamente do programa. Marcelo respondeu diversas perguntas dos quatro cantos do país. No final do programa, Marcelo ainda levou cerca de 50 perguntas, cujas respostas foram dadas aos telespectadores por cada regional da Vilage. Muitos desses comentários e dúvidas revelam o interesse dos brasileiros de todas as idades e origens por temas ligados à ética, cultura e atualidades.


Acipa divulga parceira com Vilage



Com o objetivo de facilitar o acesso das empresas associadas à Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre (MG) aos serviços oferecidos pela Vilage, a Acipa firmou parceria com a empresa. Os associados da Acipa receberão atendimento diferenciado pela Vilage A missão da Associação, fundada em 1922, é justamente detectar as necessidades, promover análises e disponibilizar informações que facilitem as tomadas de decisões. Informações essas que representem soluções, capazes de agregar valores aos negócios. Ser associado é ter acesso às informações de qualidade, direcionadas às reais necessidades do empreendedor. Estas informações representam o grande trunfo para o empresário conectado ao movimento da economia globalizada.


Inventor brasileiro ajuda deficientes físicos



Possibilitar a comunicação, aumentar a auto-estima e oferecer a reintegração social aos que não podem mais falar e se mover. Estes foram os objetivos que levaram o Professor Manoel Cardoso, engenheiro eletrônico de Manaus (AM), a criar o mouse ocular, solução que permite capturar e codificar os movimentos e as piscadas do globo ocular e transformá-los em sinais de comunicação, como as letras do alfabeto, formando palavras e frases inteiras. O invento permite também a execução de comandos em programas, facilitando a navegação na Web, por exemplo. A idéia surgiu em 1996, inicialmente como um projeto da Universidade Federal do Amazonas. Depois de visitar um paciente que rompeu as vértebras em um acidente e ficou sem movimento algum, mexendo apenas os olhos, Cardoso pensou em criar uma solução que permitisse às pessoas como aquele rapaz a comunicação com o mundo exterior. "Fiquei muito sensibilizado com aquela situação", diz. O aparelho projetado por Manuel contou inicialmente com a colaboração de seus alunos do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Amazonas, tendo mais tarde apoio da empresa CCE. “Com a verba, fizemos o primeiro teste, com sucesso, num paciente do Hospital Universitário de Manaus”, relata o pesquisador. Na Fundação Paulo Feitoza (FPF), empresa onde o engenheiro aperfeiçoou seus projetos e é mantenedora dos mesmos, dois funcionários utilizam o mouse ocular. O Mouse Ocular oferece ao usuário, portador de deficiência motora, recursos para comunicação, Internet e controle, sendo muito eficaz para pacientes tetraplégicos. "Queria desenvolver uma tecnologia que fornecesse motivação para que aquelas pessoas quisessem continuar vivas, apesar da inércia na qual se encontravam. Enfim, amenizar o sofrimento, na medida do possível", enfatiza o professor. A patente do Mouse Ocular pertence à Fundação Paulo Feitoza, que poderá licenciar a tecnologia aos fabricantes de equipamentos médicos interessados em produzir a solução em grande escala. "A idéia é continuar aprimorando a solução com uso de tecnologias de inteligência artificial, processamento digital de imagens e robótica, além de armazenar todos os sinais emitidos pelos pacientes em um grande banco de dados, para desenvolver estudos mais aprofundados de reconhecimento e classificação de patologias", conclui Cardoso. De acordo com o engenheiro eletrônico do projeto, Eder Martins Lima, o mouse ocular, foi criado através de um Sistema de Hardware e Software capaz de converter o movimento dos músculos que estão ao redor do globo ocular em sinais elétricos. “O mouse ocular é usado em volta dos olhos, sendo controlado por eles”, diz. Ele explicou que o mouse ocular utiliza eletrônica e sensores tipo eletrodos para traduzir os movimentos e piscar dos olhos em movimento e click de cursor, respectivamente, de tal forma que pode ser utilizado praticamente em qualquer atividade usando o mouse tradicional, inclusive navegação na web. Conforme dados da FPF, existe alto grau de compatibilidade do mouse ocular com o mouse tradicional, isto é, movimento dos olhos correspondendo a movimento do cursor e piscar dos olhos esquerdo e direito correspondendo aos clicados dos botões esquerdo e direito, respectivamente; além de execução de funções associadas na tela. A patente do mouse ocular pertence à FPF, que poderá licenciar a tecnologia aos fabricantes de equipamentos médicos interessados em produzir a solução em grande escala. Em Manaus, o projeto mouse ocular logo estará no Hospital Francisca Mendes para ser testado por pacientes. Fonte: Terra


Zoomp investe em marcas



Foi anunciada no começo do ano a compra de quatro grifes pelo grupo HLDC, que controla a Zoomp e a Zapping desde 2006. São elas “Clube Chocolate”, “Fause Haten”, “Cúmplice” e “Alexandre Herchcovitch”. Com a aquisição das novas marcas, o HLDC criou um grupo de gestão de moda chamado Identidade Moda (I'M). Segundo Enzo Monzani e Conrado Will, donos do grupo, a idéia do I'M é controlar marcas que formem um guarda-roupa completo.