Informativo VILAGE
ANO 2 - Dezembro / 2007
Conquistas



Após muito trabalho, diversas ações que tramitavam na justiça federal foram decididas favoravelmente aos clientes da Vilage. Conheça dois casos que contaram com a apoio da empresa. Em 2003, a Gofer Indústria de Calçados recorreu à Justiça pedindo a anulação do ato do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) que concedeu o registro da marca Goffer para outra empresa do mesmo ramo. Na ação, o Departamento Jurídico da Vilage salientou que a marca
Gofer, embora tenha sido requerida posteriormente, o direito à exclusividade de uso da mesma está amparado pela anterioridade de seu nome empresarial composto pela expressão GOFER.
De acordo com a Juíza Federal, Monique Calmon, o direito ao nome empresarial é pessoal e absoluto. “O signo Gofer apresenta identidade capaz de provocar erro, dúvida ou confusão por parte dos consumidores, não podendo coexistir com o nome comercial, diante da plena identidade gráfica e fonética entre elas, no mesmo ramo de atividade”.
A Juíza declarou a nulidade do registro da marca GOFER, determinando ao INPI que proceda com a publicação da decisão da sentença na próxima edição da Revista da Propriedade Industrial .
Há dois anos Alessandro recorreu à Justiça, por meio do Departamento Jurídico da Vilage, para manter vigindo a Carta Patente concedida pelo INPI sobre seu produto “Papel Acoplado com Filme Destacável para Embalar Alimentos”. Alguns anos antes, Alessandro obteve a patente de seu produto junto ao INPI. Porém, apresentado o pedido de Nulidade da referida patente, a autarquia entendeu que o produto não revestia-se de nenhuma novidade em relação aos já existentes no mercado. Além disso, Alessando também lutava contra outra empresa que tentava registrar com o mesmo nome, produto parecido com sua invenção.
Com o auxílio da Vilage Alessandro provou que seu produto era autêntico e diferente de tudo o que já existia no mercado e conquistou, definitivamente, a patente de seu produto.


Justiça suspende recolhimento de garrafas da Cachaça 51



O processo contra a Companhia Müller é movido por duas concorrentes, a Caninha Oncinha e a Missiato Indústria e Comércio. Uma ação suspensiva em relação ao recolhimento havia sido tentada e negada no começo do mês pela Vara Única de Santa Rita do Passaquatro (SP).
A Oncinha e a Missiato defendem que a impressão em relevo na garrafa da 51 faz com que as demais fabricantes de cachaça sejam prejudicadas no mercado. Isso porque elas só podem usar o vasilhame liso.
A Oncinha e a Missiato reiniciaram uma briga judicial em 2000, porque a Caninha 51 teria descumprido um acordo judicial, firmado em 1995, com o compromisso de não mais fabricar litros com a logomarca em relevo. A nova ação judicial das concorrentes ocorreu quando elas perceberam que começaram a reaparecer litros com relevo no mercado.
Além disso, havia a suspeita que funcionários da Müller, segundo o advogado da Oncinha, Carlos Ferraz, haviam feito pedidos de registro de patente da garrafa de 51 no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
A Companhia Müller de Bebidas, dona da Caninha 51, diz que não adotou nenhum procedimento incorreto, já que a alteração na embalagem "representa um direito do fabricante, para atender ao mercado consumidor e à sua marca".
Fonte: Redação Terra (com informações da Gazeta Mercantil)


Indústrias veterinárias combatem a pirataria



As indústrias de saúde animal decidiram unir esforços para combater a venda ilegal de produtos veterinários no país. Na quinta-feira, dia 22, a Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), que reúne 40 empresas do setor, lançaram campanha nacional, com a chancela do Ministério da Agricultura.
No primeiro ano da campanha, serão distribuídos folhetos informativos para as revendedoras de produtos veterinários e a disposição de um telefone para o recebimento de denúncias, que serão apuradas pelos fiscais agropecuários.
O projeto foi discutido durante 18 meses entre o governo e a iniciativa privada. De acordo com Walter Figueira, presidente da Alanac, não existem estatísticas sobre a venda clandestina de medicamentos veterinários, mas os casos mais comuns de produtos encontrados no mercado sem registro no Ministério da Agricultura são de itens contrabandeados ou falsificados. Também já houve casos de venda de matérias-primas por algumas indústrias diretamente para fazendeiros, sem formulação específica. "A pirataria oferece riscos para quem consome a carne e o leite, além do risco para o animal que consome esses produtos", observa Figueira.
Procurado, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), preferiu não se pronunciar sobre o tema. Segundo o Sindan, o mercado deve crescer neste ano entre 3% e 4% sobre os R$ 2,4 bilhões registrados no ano passado.
Fonte: Valor


Portugal Telecom só sai da Vivo por mais de 3,5 bi de euros



Em relatório de terça-feira, elaborado após reuniões com quatro executivos da Portugal Telecom e um da Vivo, o banco afirma que "avalia a Vivo tendo em conta a média entre o atual valor de mercado e os 3,5 bilhões de euros - o preço que foi noticiado que a espanhola Telefónica estava preparada para pagar pela posição na Vivo".
O Citigroup afirma que avalia os 32%, com controle conjunto da Vivo com a Telefónica, em 2,8 bilhões de euros ou oito vezes o Ebitda - lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização - estimado para 2008 contra os 2 bilhões de euros do valor atual de mercado da companhia ou seis vezes o Ebitda previsto.
"A nossa visão permanece inalterada, a Portugal Telecom apenas deverá olhar para a saída deste investimento (na Vivo) se lhe oferecerem mais do que 3,5 bilhões de euros", afirma o Citigroup.
A Portugal Telecom tem reafirmado que não está buscando a venda de sua participação na operadora, que tem visto uma recuperação operacional, tendo já admitido até poder comprar a posição da Telefónica.
A sua parceira espanhola, que recentemente se alinhou com a Sonaecom em uma tentativa fracassada de aquisição hostil da Portugal Telecom, tem mostrado público interesse em comprar a posição da companhia portuguesa na Vivo.
O Citigroup adiantou que a Portugal Telecom deve olhar para a venda de seus ativos em Macau, cuja participação da empresa portuguesa estima valer 158 milhões de euros, e em Marrocos, avaliada em 451 milhões de euros "dada a vontade de compradores e a incapacidade da Portugal Telecom ganhar seu controle".
"Acreditamos que isto se vincula com a estratégia da empresa em focar-se no Brasil e na África como os seus dois principais mercados internacionais", afirma o banco.
O Citigroup afirma que a Portugal Telecom poderá também alienar suas posições no negócio de serviços de informações em Portugal, avaliado em 50 milhões de euros, e de acesso à Internet no Brasil, com um valor estimado de 162 milhões de euros.
Fonte: Rewters


Comportamento



O homem brasileiro gasta, em média, R$ 482 por mês em compras no cartão de crédito, 16% a mais que as mulheres. É o que aponta a pesquisa "Novo Homem" apresentada nesta quarta-feira pelo Ibope Media. Eles vão menos às compras, porém, quando vão, gastam mais - costumam gastar cerca de 15% a mais do que elas.
De acordo com o levantamento, o "novo homem" valoriza produtos de qualidade. "A pesquisa mostra um refinamento masculino; o 'novo homem' é mais seletivo em relação às compras", afirma Juliana Chagas, gerente de marketing do Ibope e uma das responsáveis pelo estudo. Segundo o Ibope, "a grande maioria dos homens planeja muito bem a compra de produtos caros e, além disso, são fiéis às marcas que gostam. Já o preço não é considerado fator determinante."
O estudo também apontou os fatores que o "novo homem" considera na hora da compra do carro: experiência anterior, marca, confiabilidade, estilo/design, custo de manutenção, segurança e garantia, nesta ordem. Se considerados apenas os homens casados, a lista é encabeçada por experiência anterior, seguida por segurança e garantia; já os solteiros colocam em primeiro lugar a marca, seguida por velocidade e estilo/design.
A análise foi desenvolvida a partir de estudos regulares do Ibope Media e de uma pesquisa especial chamada "Novo Homem", com informações com a população de 18 anos ou mais em 11 regiões metropolitanas do País: Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Fonte: Invertia